Conclusão
Para concluir recordo a última vez que assumi a presidência do Conselho Pastoral Nacional (2012-2015), em que com o objetivo de vincar profundamente o que deve ser sempre a nossa atitude perante quem cai ou precisa de ajuda, na primeira reunião li um artigo “Ajuda preciosa no dia da queda”, colhido de lugar e autor desconhecido, mas com uma aplicação preponderante, naquela responsabilidade que nos era atribuída e que passo a resumir.
“Era um dia de chuva e vento frio! Corriam crianças vindas da escola entrelaçando gritos com os grossos pingos de chuva que caiam sem parar. Tudo era uma correria, nesse dia cinzento e chuvoso, subitamente um homem de cerca de trinta anos estatelou-se no chão ficando muito magoado e sem se poder mover. A ajuda não se fez esperar! De todos os lados surgiram mãos estendidas e palavras de ajuda que vertiam ânimo… afinal eram mãos pequenas, mãos de crianças, mas, ficou demonstrado que, muitas mãos juntas podem ajudar a erguer um caído…
A ajuda mútua é o único segredo de preservar a força que nos manterá de pé nas horas difíceis da vida. Qualquer que a recusar será sempre o mais fraco de todos! E o que ignora as suas limitações ficará prostrado no caminho da vida….
Lembremo-nos que qualquer de nós pode cair sozinho, mas precisará sempre da ajuda de alguém para se poder levantar, ou de cada um de nós para ajudar a levantar outros caídos. Todavia, ainda assim, nunca neguemos essa ajuda a ninguém e, se todos a negarem olha para cima e recorre a Deus, Ele estará sempre perto e nunca a negará! Depois tomando como tema a ilustração, acrescentei: “Esta é, a partir de agora, a nossa tarefa! Ajudar humildemente e com toda a isenção e amor cristão, qualquer que dela necessite!”