Anexo H
RELATÓRIO DO CONSELHO PASTORAL – Fanhões: 06/05/2014
Resumo das Atividades:
O Conselho Pastoral, no cumprimento do mandato que nos foi confiado, procurou ouvir e atender todos os que vieram até nós em busca de ajuda ou conselho, pena é que não possamos dizer, aqui hoje, que todos chegaram a bom termo, ou mesmo a conclusões finais, sendo que alguns deles ainda esperamos que tenham desenvolvimento e/ou conclusões durante esta magna Assembleia. Assim, foram elaborados 4 Processos dos quais 3 estão ainda em curso, pelo que só apresentaremos aqui o que se refere ao (…), designado por “Processo (…)” onde o Conselho juntamente com o Presidente da Região, Pr.(…), se teve que deslocar, como a seguir se relata.
Processo (…):
Antes de prosseguir, queremos deixar aqui uma justa palavra de agradecimento à Assembleia de Deus (…), na pessoa do seu Pastor, pela preciosa ajuda material e humana que nos deu suportando plenamente a estadia dos três elementos que ali se deslocaram.
No início de Novembro passado, este Conselho recebeu pedido de ajuda por parte do Pr. (…a operar fora do país), para mediar uma situação que se prendia com um plano que lhe foi proposto pelo seu Presidente, no sentido de regressar a (…/Portugal) a fim de abrir Trabalho do seu Ministério em Áreas onde operam outras Assembleias da Convenção, sendo-lhe dado pouco mais de um mês para decidir, com o imperativo de que a não-aceitação, implicaria o envio de outro ficando aquele Pastor e sua família sem sustento! Entretanto um grupo significativo de crentes, especialmente da Comunidade portuguesa (…) ao terem conhecimento da situação anunciada publicamente, começaram a afastar-se da Igreja sede (…), enquanto outros pediam ao Pastor em causa para os apoiar.
Posteriormente o referido Pr. Presidente, também contactou o Conselho Pastoral a propor, o que designou por “Desligamento” do Obreiro, Sr. (…), com a suspeita de desobediência “fazendo-se saber que estaria promovendo a divisão do corpo de Cristo”.
Face à gravidade da situação, imediatamente o Conselho agendou, com as partes, uma reunião urgente, com vista a inteirar-se localmente dos factos! Assim, nos deslocámos ali com passagem por (…), para reunir com o Presidente da Região, que já se tinha disponibilizado para nos acompanhar a (…). Estando, nós já a caminho, o Pr. Presidente daquela Igreja, não obstante saber que já ali nos encontrávamos, mas, ignorando-nos, enviou um Email para a Secretaria da Convenção com fotografias de uma Reunião do Pr. acusado (…) com um grupo de crentes e concluindo: “Diante dos fatos e como Pastor Presidente da igreja, Requeiro nos termos Estatutários a Exclusão do referido Obreiro do rol de membros desta Convenção… Tenho ainda a informar que diante do fato concreto, não se faz necessário haver qualquer Reunião com o Conselho Pastoral ou qualquer outro órgão da Convenção dado a situação já ser evidente, assim, fica cancelada a Reunião de 9 de Dezembro de 2013, por ter sido esvaziado o assunto a ser tratado pelo fato já concretizado.”