É verdade que cenários idênticos a este, se foram repetindo ao longo de toda a história do verdadeiro cristianismo evangélico, desde a Igreja Apostólica até aos nossos dias, como veremos nesta gloriosa ação movida por Deus também para o início do Movimento das Assembleias de Deus em Portugal.
No dia 2 de julho de 1921 foi enviado pela Assembleia de Deus de Belém do Pará – Brasil, para Portugal, o primeiro missionário, José Manuel de Matos Caravela (também este português ali emigrado), que viria dar preciosa ajuda ao pioneiro José Plácido da Costa e que seria o grande impulsionador da abertura de várias congregações mais bem estruturadas. Todavia, o campo era vasto e a necessidade exigia muito mais.
Por isso desde bem cedo Deus providenciou novos recursos para melhor estabilidade e avanço da Sua obra no nosso país, no que concerne ao Movimento das Assembleias de Deus.
Em 1932, vindo do Brasil, chegou o missionário sueco Daniel Berg (que em 1911, juntamente com Gunar Vingren, deu origem às Assembleias de Deus no Brasil) e agora havia de servir a Deus na cidade do Porto. Entretanto outros foram chegando até que em 1938 chegava da Suécia o casal de Missionários Tage e Ingrid Stahlberg que serviu em Lisboa e muito contribuiria para a estruturação da obra e expansão do Evangelho a todo o território nacional e não só.
Tage Stahlberg tinha um propósito muito bem definido no que concerne à solidez e estrutura para o crescimento deste movimento. Defendia desde a sua chegada que, para o movimento crescer com segurança, precisava de:
Um Jornal – que viria a ser o Novas de Alegria e a Casa Publicadora
Uma Convenção Nacional de Obreiros – hoje Convenção Nacional das Assembleias de Deus
Uma Escola Bíblica – hoje o MEIBAD