Esclarecimento – Noticia Imigração Ilegal no Seixal

Esclarecimento – Noticia Imigração Ilegal no Seixal

Imigração Ilegal no Seixal cujo líder não é membro da Aliança Evangélica Portuguesa

Na sequência de notícias divulgadas sobre um alegado líder religioso (de uma alegada igreja evangélica no Seixal) agora condenado a 5 anos de prisão suspensa por prática de crimes de auxílio à imigração ilegal e arrendamento sem condições de habitabilidade, a Aliança Evangélica Portuguesa vem apresentar novamente o seu repúdio pelas praticas reportadas e informar que a dita instituição não é membro da Aliança Evangélica Portuguesa, nem tão pouco, as praticas reportadas permitiriam a respetiva inscrição.

Tal como referido pelo Pastor Evangélico Samuel Antunes, esta quinta-feira em direto no canal Now, “quando a Aliança Evangélica Portuguesa tomou conhecimento dessa situação, fez um Comunicado a expor essa situação e várias igrejas também o fizeram” demarcando-se totalmente dessa “igreja que ele criou, que ele tutela, da qual se auto intitulou-se bispo e ordenou os seus próprios pastores”

Lamentamos também a generalização que a Comunicação Social tem vindo a fazer, por diversas vezes, do termo “Evangélico”, muitas vezes de forma descontextualizada.

A propósito, lembramos uma vez mais a posição da Aliança Evangélica Portuguesa, de que o púlpito, ou a comunicação oficial de qualquer igreja evangélica, não devem ser usados para divulgação ou instrumentalização de qualquer campanha partidária, nem aceitamos que o nome Evangélico seja associado a qualquer partido ou esquema ilícito. A intervenção política deverá ser sempre individual do crente cidadão e não da igreja como comunidade, evitando que se confundam as eventuais funções exercidas na igreja com a candidatura ou no exercício das funções publicas.

Por último, alertamos os cidadãos em geral e a comunicação social para se certificarem de que determinada entidade religiosa está inscrita na Aliança Evangélica Portuguesa, como forma de distinguir as igrejas evangélicas reconhecidas por este organismo em Portugal, das não reconhecidas.

Fonte: Aliança Evangélica Portuguesa

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